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Posted by idD - Portugal Defence S.A.  
Aeronautics

Força Aérea Portuguesa - Esquadra 991 "HARPIAS" | Aeronaves Não Tripuladas | OGASSA OGS 42N/VN

As aeronaves não tripuladas têm-se tornado cada vez mais populares e são utilizadas em diversos setores, incluindo a vigilância marítima e terrestre. Nesta reportagem vamos conhecer um pouco mais sobre a missão da Esquadra 991 "Harpias" da Força Aérea, que é responsável por operar estas aeronaves. A Esquadra 991 "Harpias" é uma unidade da Força Aérea Portuguesa especializada em operar aeronaves não tripuladas. O seu principal objetivo é realizar missões de vigilância marítima e terrestre, além de oferecer apoio no combate a incêndios e na fiscalização de áreas protegidas. As aeronaves utilizadas pela Esquadra 991 "Harpias" são do modelo OGASSA OGS 42N/VN, fabricadas em Portugal, pela UAVision. No total, são 12 aeronaves, estando duas delas em operação diária. Elas descolam tanto da base da Ota, como de Beja, quanto do aeródromo de Mirandela, garantindo a cobertura de todo o território nacional. No aeródromo de Mirandela, onde estão atualmente, as descolagens das aeronaves são feitas de forma automática. Dois membros da equipa ficam na pista para dar suporte a essas descolagens. Ao contrário de uma aeronave convencional, neste caso, os "cockpits" das aeronaves ficam em terra. É na estação de controlo que as imagens enviadas pelas câmaras, presentes nas aeronaves, são recebidas. Com o auxílio dessas câmaras, as aeronaves conseguem realizar filmagens, tirar fotografias e estabelecer contacto com outras entidades externas, como a proteção civil e a GNR. Essa colaboração é muito importante para transmitir as informações recebidas durante as missões. Os OGASSA OGS 42N/VN possuem uma autonomia de até 9 horas, o que é suficiente para percorrer uma distância de 800 km. Além disso, são aeronaves económicas, pesando no máximo 40 kg. A sua velocidade de deslocamento permite cobrir áreas de 50 a 100 km em um curto período de tempo, entre meia hora e uma hora, dependendo do terreno em que atuam. Uma das grandes vantagens das aeronaves não tripuladas é a capacidade de operar em qualquer ponto do país, sendo designadas para missões onde quer que sejam necessárias. Isso é possível através de uma unidade móvel, que permite o transporte e a instalação dos equipamentos em diferentes locais de forma rápida e eficiente. A Força Aérea Portuguesa tem desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento e uso de aeronaves não tripuladas. Desde 2020, já foram realizadas quase 1600 missões não tripuladas, sendo mais de 600 relacionadas com o combate a incêndios. Essas missões têm sido de extrema importância para auxiliar na monitorização de áreas de risco e na prevenção de desastres ambientais. A Esquadra 991 "Harpias" da Força Aérea Portuguesa é um exemplo de como a tecnologia das aeronaves não tripuladas pode ser aplicada de forma eficiente e segura. Com a sua capacidade de vigilância marítima e terrestre, apoio a incêndios e fiscalização de áreas protegidas, estas aeronaves desempenham um papel fundamental na segurança e preservação do território nacional. As aeronaves não tripuladas têm-se tornado cada vez mais populares e são utilizadas em diversos setores, incluindo a vigilância marítima e terrestre. Nesta reportagem vamos conhecer um pouco mais sobre a missão da Esquadra 991 "Harpias" da Força Aérea, que é responsável por operar estas aeronaves. A Esquadra 991 "Harpias" é uma unidade da Força Aérea Portuguesa especializada em operar aeronaves não tripuladas. O seu principal objetivo é realizar missões de vigilância marítima e terrestre, além de oferecer apoio no combate a incêndios e na fiscalização de áreas protegidas. As aeronaves utilizadas pela Esquadra 991 "Harpias" são do modelo OGASSA OGS 42N/VN, fabricadas em Portugal. No total, são 12 aeronaves, estando duas delas em operação diária. Elas descolam tanto da base da Ota, como de Beja, quanto do aeródromo de Mirandela, garantindo a cobertura de todo o território nacional. No aeródromo de Mirandela, onde estão atualmente, as descolagens das aeronaves são feitas de forma automática. Dois membros da equipa ficam na pista para dar suporte a essas descolagens. Ao contrário de uma aeronave convencional, neste caso, os "cockpits" das aeronaves ficam em terra. É na estação de controlo que as imagens enviadas pelas câmaras, presentes nas aeronaves, são recebidas. Com o auxílio dessas câmaras, as aeronaves conseguem realizar filmagens, tirar fotografias e estabelecer contacto com outras entidades externas, como a proteção civil e a GNR. Essa colaboração é muito importante para transmitir as informações recebidas durante as missões. Os OGASSA OGS 42N/VN possuem uma autonomia de até 9 horas, o que é suficiente para percorrer uma distância de 800 km. Além disso, são aeronaves económicas, pesando no máximo 40 kg. A sua velocidade de deslocamento permite cobrir áreas de 50 a 100 km em um curto período de tempo, entre meia hora e uma hora, dependendo do terreno em que atuam. Uma das grandes vantagens das aeronaves não tripuladas é a capacidade de operar em qualquer ponto do país, sendo designadas para missões onde quer que sejam necessárias. Isso é possível através de uma unidade móvel, que permite o transporte e a instalação dos equipamentos em diferentes locais de forma rápida e eficiente. A Força Aérea Portuguesa tem desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento e uso de aeronaves não tripuladas. Desde 2020, já foram realizadas quase 1600 missões não tripuladas, sendo mais de 600 relacionadas com o combate a incêndios. Essas missões têm sido de extrema importância para auxiliar na monitorização de áreas de risco e na prevenção de desastres ambientais. A Esquadra 991 "Harpias" da Força Aérea Portuguesa é um exemplo de como a tecnologia das aeronaves não tripuladas pode ser aplicada de forma eficiente e segura. Com a sua capacidade de vigilância marítima e terrestre, apoio a incêndios e fiscalização de áreas protegidas, estas aeronaves desempenham um papel fundamental na segurança e preservação do território nacional.

#Drone#FAP#UAV#UAS#Esquadra991#OGASSA#HARPIAS#ForçaAérea#UAVision
Posted by Hugo Miguel Castro Luz|Canon Portugal SA  
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Canon lança MS-500, a primeira câmara de sensibilidade ultra alta do mundo equipada com um sensor SPAD para gravar vídeo a cores

Em áreas com níveis de segurança extremamente elevados, como portos marítimos, instalações de infraestruturas públicas e fronteiras nacionais, são necessários sistemas de monitorização de alta precisão para captar com exatidão os alvos, tanto de dia como de noite. A nova MS-500 é a primeira câmara de sensibilidade ultra alta do mundo equipada com um sensor (Díodo de Avalanche de Fóton Único -SPAD) utilizado para gravar vídeo a cores, conseguindo uma iluminação mínima do objeto de 0.001 lux. Quando utilizada em combinação com super teleobjetivas de broadcast, é possível captar vídeos nítidos de objetos a vários quilómetros de distância, mesmo na escuridão noturna. Ao reforçar a sua gama de câmaras de sensibilidade ultra elevada, incluindo a Série ME20/ML105, a Canon ajuda a satisfazer diversas necessidades de gravação no mercado da vigilância avançada. 1. A combinação do sensor SPAD e objetivas de broadcast permite vigilância de longo alcance à noite O sensor SPAD utiliza uma tecnologia conhecida como "contagem de fótons", que conta as partículas de luz (fótons) que entram num pixel. Quando os fótons que entram são convertidos em carga elétrica, podem ser instantaneamente amplificados cerca de 1 milhão de vezes e extraídos como um grande sinal, tornando possível detetar mesmo pequenas quantidades de luz. Para além disso, cada um destes fótons pode ser contado digitalmente, evitando assim que o ruído entre durante a leitura do sinal – uma vantagem fundamental dos sensores SPAD. Isto permite a captação de vídeo nítido a cores mesmo num ambiente de baixa luminosidade de 0.001 lux. O encaixe da objetiva é uma baioneta (baseada nos padrões BTA S-1005B), que é um encaixe amplamente utilizado para objetivas broadcast. Tirando partido da extensa gama de objetivas broadcast da Canon com desempenho de super teleobjetiva, é possível identificar os objetos a uma distância de vários quilómetros, mesmo na escuridão noturna. 2. Apresenta funcionalidades de correção de imagem para melhorar a visibilidade, incluindo redução de ruído e neblina Na monitorização noturna e na vigilância de longo alcance, o efeito do ruído e da agitação atmosférica, particularmente em ambientes escuros, pode causar problemas na nitidez do vídeo. Para resolver este problema, a função "CrispImg2", que otimiza a nitidez, a curva gama e as definições de redução de ruído para aplicações de monitorização, é instalada como uma funcionalidade padrão na função de imagem personalizada que permite ajustar as definições de qualidade de imagem de acordo com a aplicação. Isto permite gravar vídeos de alta visibilidade a qualquer hora do dia ou da noite. A MS-500 também suporta a função de "compensação de neblina", que reduz os efeitos de neblina e névoa. Desta forma, ajusta automaticamente para o contraste adequado e oferece funções de correção de imagem que melhoram a qualidade do vídeo. Mais informação sobre o produto contactar: hugo.luz@canon.pt

Canon lança MS-500, a primeira câmara de sensibilidade ultra alta do mundo equipada com um sensor SPAD para gravar vídeo a cores

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